segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Bodas de Papel


Um ano se passou. Para alguns pode parecer pouco tempo, mas é a intensidade que cronometra nossa história de amor.Não vou me abster e esconder que passamos por problemas, mas eles foram e são superados, pois a chama do amor é alimentada dia a dia. Nascemos um para o outro, assim como a Bia, nossa filha, floresceu fruto desse amor.

Podem chamar de piegas, irei entender, mas jamais concordaria em virtude da descoberta e cultivo deste amor. Quem ama, aquele que realmente descobriu o amor, compreende o que relato.

Nosso amor é o primeiro e o último, único, saciado pelas válvulas da paixão. São "Bodas de Papel" e neste deixo a marca dessa eterna paixão.

Um comentário:

Priscila Sant'Anna disse...

Fernando Pessoa escreveu: "Todas as cartas de amor são ridículas, não seriam cartas de amor se não fossem ridículas". Ouso rebater Pessoa, que sabes que adoro, pois somente quem nunca amou, para achar ridícula uma carta de amor. Da mesma forma àqueles que acham piegas e criticam as declarações de amor, acho que o fazem pelo simples fato de não terem tido um amor que lhes completasse a alma.
Eu já tenho o meu, és tu meu amor.
Você, Sérgio Augusto Sant'Anna, meu esposo, meu amigo, meu confidente, meu companheiro de todas as horas, e o pai da nossa linda princesa Beatriz é quem escolhí para viver ao meu lado. E de manhã, quando acordo, páro e penso: o escolheria 1 milhão de vezes se necessário.
Passou 1 ano das bodas, que venham os outros 50!
Te amo.
Pri